EQUIPE NORONHA GO

Anderson Santos é recifense, tem 27 anos e carrega uma formação que diz muito sobre quem ele é: antropologia, que traz o olhar humano e cultural, e gestão comercial em hotelaria e turismo, que revela o lado prático, estratégico e empreendedor.

Viver em Fernando de Noronha não é acaso, é escolha. Anderson valoriza profundamente o contato com a natureza, o ritmo mais consciente da ilha e a sensação de segurança que permite viver com mais presença e qualidade de vida. Ele transita bem entre pessoas, culturas e negócios, unindo sensibilidade social com visão de gestão, algo raro e poderoso no turismo.

No fundo, Anderson é alguém que busca equilíbrio: entre trabalho e propósito, entre crescimento profissional e bem-estar, entre o mundo e a ilha.

Esdras Conde tem 31 anos e é formado em Redes de Computadores, uma área que desenvolveu seu pensamento estratégico, sua organização e a habilidade de resolver problemas com agilidade. Especialista em TI, sempre encontrou satisfação em ajudar pessoas, seja simplificando o que parece complicado ou encontrando soluções práticas para o dia a dia.

Conheceu Fernando de Noronha em 2019 e foi ali que tudo mudou. O que era para ser apenas uma viagem se transformou em conexão. Não foi só pelas paisagens impressionantes, mas pelo estilo de vida, pela energia da ilha e pela forma diferente de enxergar o tempo e as prioridades.

Esdras acredita que informação certa muda completamente a experiência de quem visita Noronha. Existe um mito de que a ilha só pode ser vivida gastando muito, mas ele sabe que não é bem assim. Com orientação, escolhas inteligentes e os parceiros certos, é possível aproveitar o melhor da ilha sem exageros e sem cair em armadilhas.

Hoje, ele une sua experiência em tecnologia com a vivência local para orientar pessoas de forma clara, transparente e honesta. Seu objetivo é simples: ajudar cada visitante a viver Fernando de Noronha de forma autêntica, consciente e acessível, aproveitando cada momento com tranquilidade.

No fim das contas, Esdras é movido por propósito. Ele acredita que viajar é sobre experiência, não sobre ostentação. E que Noronha pode ser muito mais próxima da realidade das pessoas do que muitos imaginam.